quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
BREVE POESIA MORENA DE UM ANO
sexta-feira, 25 de abril de 2014
DES-LUGAR...
Estar aqui sozinho é tão incompleto sem você...
Se um dia você me abandonar, esse se tornará o lugar/canto mais emblemático na canção "as vezes me vejo trancado em um lugar que você desenhou"... E esse as vezes será para sempre... Cores que ironicamente irão amaldiçoar esse lugar...
Quando você me abandonar, esse será um des-lugar... E quando, por acidente, sozinho eu retornar, deixarei de estar incompleto, para estar suspenso no ar, tamanho o peso do vazio de quando você me abandonar...
...
domingo, 12 de janeiro de 2014
O SONO... A INSÔNIA...
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
TEMPESTADE...
domingo, 31 de março de 2013
SONHE-ME...
Sussurre uma só vez mais em meus sonhos morena...
"Iremos nos encontrar"...
Numa esquina qualquer
Numa mesa de bar
Como a ventura quiser
Ao mando do caos
Da utopia a entropia
À sorte ou azar...
Sussurre em ondas, oníricas meu bem
Em mapas e trilhas, nos guarde também
Símbolos em canções
O destino em sincronia
Assoprado em poesia
Sussurre em sonhos, meu bem...
Sonhe-me até ti
Sonhe-me para casa
Sonhe-me à Avalon
Sonho-te até mim...
Sonhe-me em seus mares
Sonhe-me suas ondas
Sonhe-me seus lábios
Sonho-te sem cais...
Brindemos em luxuria
Em vinho e ambrosia
À imortalidade
Ao fim
Ao eterno retorno
Sonhe-me profundamente em ti
Sonho-te voraz
Sonhemos Supernova...
Desperte-me sem ti
Que morro enfim
Trancado em cores, esquinas e bares
Sem mais sopros e poesia
Vago e vago sem rumo
"Desaguardo" distraído pelo dia
Que possas tu, moça, meu bem
Cantar novos sussurros
Incitando-me a sonhar uma vez mais
Nosso eterno retorno
De gloria e ruína...
Veneno e doce prazer
Sonhe-me te viver
Sonhe-me te morrer
Sonhemos Supernova
Sussurre meu bem... Poesia e sincronia...
"Encontre-me em Montauk..."
sábado, 30 de março de 2013
EXÍLIO...
O tempo é uma face n'água... E em seus mares me encontro, refletido e exilado...
11000 dias... Um barco navega, sem quando e sem lugar...
CAVANDO NUVENS...
Você quer me ver fazendo o melhor
Mostro-lhe a face mórbida
Minha face real
Meu melhor estado em notas e papel...
Saltando ao fundo do poço
Você quer me ver fazendo o melhor
Faço o meu melhor
E começo a cavar mais fundo
Profundo
Profundamente...
Esse é o melhor de mim baby...
Retorne a margem e escute o melhor que fui
Cavando tesouros em sombras brilhando intensamente o diamante louco... Eu fiz o meu melhor...
IN SOLITUDE...
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
POESIA...
terça-feira, 8 de maio de 2012
A MOÇA QUE ME ENCANTA...
terça-feira, 5 de outubro de 2010
ELYSIA...
Minha alma passeia... vagando por Elysia... caçando sonhos...
buscando notas para lhe compor...
Minha alma passeia... vagando por Elysia lentamente...
pausadamente ao despertar dos ecos externos...
imóvel, me posto entre eles e ti... Elysia...
Minha alma anseia em um lugar frio, um canto encantar...
e por ti vaguear lentamente ao desvendar suas nuvens... Elysia...
Em ti encontrei vagamente um lugar pra me confortar... me
fazer lembrar... que ainda existo... mas que parto ao chamado dos ecos externos
a me despertar de ti... Elysia...
Mas levo comigo, guardado em mapas celestiais, um cisco que
ainda existo... dissipado em brumas oníricas, hora ou outra minha alma
passeia... vagando por ti... silenciosamente... suas nuvens... Elysia...
...
Daniel Souza Santos
sexta-feira, 12 de março de 2010
JOANA D'ARK... (SOBRE A BANDA)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
MUNDO CEMITÉRIO...
domingo, 10 de janeiro de 2010
VERONICA DECIDE VIVER...
Sim, vou embora...
Sigo o crepúsculo
Triste sonho que antes...
Dor relaxante...
Em seus braços respirava...
Corpo e alma
Nossos sonhos bailavam...
E tocavam...
Brincávamos e queimávamos...
Nossas mãos ao sol...
E quando despertei...
Decidi viver...
A “comorrer”...
Diante tão sublime visão...
Enquanto olhos fechados...
Sonhos trabalham...
Pereço todos os dias...
Hoje decido viver...
A ver tamanho brilho...
Rubi encantado...
Leve e pesado...
Desequilibrado...
Vivo morrendo...
Por ai...
Eu vou até...
A estrada vai...
Estendendo-se...
Decido e aceno...
Oh lasa...
Meu corpo nu...
Pra nunca mais...
Ver teu corpo nu...
Decido viver a ciência...
Nunca mais sonhar...
E ver você aqui...
Dentro de mim...
Perpetua-me em ti...
Oh lasa...
Feche as portas...
Acabou, acabou...
O sino dos ventos...
Não tocam mais...
Lindo fora...
Ver-te ao morrer...
Assim, quando só...
Eras minha...
Que imploro lasa...
Decido viver...
Um lapso eterno...
Nem se lembra mais...
De mim...
sábado, 12 de dezembro de 2009
NUMA MESA DE BAR
Compartilhando comigo
Esse instante
Instante
Pausado
Meu melhor amigo, eu...
Meu grande colega
O chefe desse instante
Traz a saidera
O chefe desse instante
Que pausa
E seguimos adiante
E não mais existo...
E confundo as suas coxas
Com as de outras moças
Apenas para me encontrar
Pausado num instante
Em mais uma noite
Pretendo descarregar
Em branco
Milhões de instantes
Perdidos para sempre
Num passado
Instante
E sem vida...
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
ÀS VEZES...
Me perco, e me encontro...
Às vezes...
Me encontro, e me engano...
Às vezes...
À leve brisa
Sou levitado a distancias
Sem deixar de aqui estar
Às vezes...
Ao forte vento
Sou carregado a distancias
Sem deixar de aqui manter
Às vezes eu...
Às vezes você...
E quando às vezes
As minhas lembranças trazem você...
E quando às vezes
Os lugares ganham concepções fenomenológicas...
E quando às vezes
Canções são entoadas em cada esquina...
E quando às vezes
Sonhos e pesadelos se tornam paradoxos...
E quando às vezes
Me impregno de tais pela manhã...
E quando às vezes
Os dias das semanas se tornam sobrecarregados de tanto vazio...
E quando às vezes
Os finais de semanas se tornam abismos...
É quando “às vezes” se tornam eternos...
E é quando às vezes
Me desespero
Me perdendo e me encontrando...
É quando efêmeras às vezes
Me alivio
Me encontrando e me enganando...
E me enganando e me perdendo
Procuro me encontrar
Dentro de um espelho
Ou do seu recorte
Pra sempre me esquecer...
...por completo...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
BRINCANDO DE SER DEUS...
Diga-me o que é o amor...
Ouça o que eu tenho a lhe dizer...
E como os sinos da capela...
Voando baixo...
Toque as nuvens...
Você terá um sonho comigo...
Os mesmos pássaros...
Dizem adeus
E você já pode sentir...
Podemos sentir...
À leve brisa nos encontramos
Um lugar para ficar...
E nada para comer...
Escalo, escalo, escalo...
Mais alto mais baixo...
Outono carrega as folhas
Nossos corpos se fundem...
Sem existir...
Sem pensar em existir...
Diga-me o que é o amor
Mas não ouça o que eu tenho a lhe dizer
Como os sinos da capela
Entre o jardim dourado
Outono carrega
Tépido o crepúsculo
Homens apreciam...
O amor desenhado...
Ecoa no espaço
Imaterialmente...
E remo só...
Inerte rumo aos sinos...
Que tocam seu espírito...
Diga-me o que é o amor
Eu lhe mostro o que é ser Deus...
Brincando e fazendo amor...
Beijando os lábios teus...
Ouça...
O que eu...
Tenho...
A lhe dizer...
Sem precisar...
Dizer...
Apenas...
Feche...
Os olhos...
Em silencio...
Ouça...
E toque...
As nuvens...
Leve...
Mente...
Amor!
domingo, 4 de outubro de 2009
A MISSA...
Desejo que morra... morra... morra...
Bordada de flores
Das mais belas flores
Irei te velar
Irei te vê lá...
Imutável moça
Desejo que morra... morra... morra...
Para descansar(me)
Desse dia e adiante
Livrai-me do mal, desse instante e além...
Livrai-me do mal, desse instante e além...
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
SOBRE O INSTANTE...
Não mais existo
Mas sou Presente, Futuro-Sido
E no exato instante
Eu sonhei
Eu amei
Eu desejei
Eu escrevi
Eu fui... Nesse instante... Eu fui...
O que você sonhava
E amava
E desejava
E escrevia sobre... O instante...
Não existe mais
Não mais existo
Nesse instante
Eu desisti...
...
...
...
...
...
...
...
...
Sobre o instante
Não mais existo
Mas sou Presente, Futuro-Sido...
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Das suas pausas
Dispersas no tempo
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Das suas pausas
Perdidas no tempo...
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Sobre o Instante pretendo também dizer sobre a Identidade, assim, quando escrevo que “sobre o instante não mais existo”, o mesmo vale para a identidade. Quanto à identidade, entendo o que Stuart Hall quis dizer ao analisar Freud e Jacques Lacam:
“...em vez de falar da identidade como uma coisa acabada, deveríamos falar de identificação, e vê-la como um processo em andamento. A identidade surge não tanto da plenitude da identidade que já esta dentro de nós como indivíduos, mas de uma falta de inteireza que é ‘preenchida’ a partir de nosso exterior...” (Stuart Hall, 1992).
Dispersos no tempo...
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
O QUE HÁ DE GEOGRÁFICO NA VIDA DAS PESSOAS???
Não questionem o porquê da minha ignorância em tal fé... que eu jamais lhe perguntaria o porque de vossas ignorâncias em tais utopias... era apenas a minha fé, que me concedia sentido... parti... pois o tempo e o espaço me moldaram assim... vocês podem pensar - a partir de seus pontos de vistas, de suas realidades ideológicas - que fui um louco, um louco construído por ter tido a educação errada, ter tido a conduta errada, ter tido freqüentado os lugares errados em um tempo errado, ter conhecido as pessoas erradas num tempo e espaço errado, ter AMADO a pessoa errada num determinado espaço e tempo errado... pois bem... saibam que, no meu plano, nada disso foi sofrimento... foi de muita felicidade (ao meu modo) a educação que recebi de meus pais (com muito amor familiar), de muita felicidade os amigos e colegas que conheci (com muito carinho), de muita felicidade a pessoa que AMEI com fé na minha concepção de amor... todos fatores esses que construíram essa pessoa que tantos admiraram, sem saber o porque de tal admiração...
Sem nos darmos conta, vivemos da pratica geográfica. A geografia esta dentro de casa, nas relações de família, na territorialização exercida por micro-poderes (por nossos pais). A Geografia esta fora de casa, esta na escola com seus alunos distribuídos espacialmente em grupos ou tribos, se territorializando, criando conflitos, gerando um fenômeno característico do espaço escolar, o “bullying”. Praticamos e vivenciamos a geografia nos lugares dialéticos e fenomenológicos. São os lugares gerados pelo choque entre duas temporalidades diferenciadas de Milton Santos, a dialética local-global criando espaços heterogêneos de alienação, de opressão, de pobrezas e riquezas. São os lugares que ganham concepções fenomenológicas, gerando entre eles e seus atores sociais, vínculos de fantasias, fobias, fé, paixões, ilusões e desilusões.
E praticando/vivenciando a Geografia, nos localizamos, nos identificamos e nos planejamos. Alguns ficam, uns partem/migram a lugares concretos, outros partem/migram a lugares utópicos... E a vida segue assim, geograficamente no cotidiano das pessoas...
