domingo, 31 de março de 2013
SONHE-ME...
Sussurre uma só vez mais em meus sonhos morena...
"Iremos nos encontrar"...
Numa esquina qualquer
Numa mesa de bar
Como a ventura quiser
Ao mando do caos
Da utopia a entropia
À sorte ou azar...
Sussurre em ondas, oníricas meu bem
Em mapas e trilhas, nos guarde também
Símbolos em canções
O destino em sincronia
Assoprado em poesia
Sussurre em sonhos, meu bem...
Sonhe-me até ti
Sonhe-me para casa
Sonhe-me à Avalon
Sonho-te até mim...
Sonhe-me em seus mares
Sonhe-me suas ondas
Sonhe-me seus lábios
Sonho-te sem cais...
Brindemos em luxuria
Em vinho e ambrosia
À imortalidade
Ao fim
Ao eterno retorno
Sonhe-me profundamente em ti
Sonho-te voraz
Sonhemos Supernova...
Desperte-me sem ti
Que morro enfim
Trancado em cores, esquinas e bares
Sem mais sopros e poesia
Vago e vago sem rumo
"Desaguardo" distraído pelo dia
Que possas tu, moça, meu bem
Cantar novos sussurros
Incitando-me a sonhar uma vez mais
Nosso eterno retorno
De gloria e ruína...
Veneno e doce prazer
Sonhe-me te viver
Sonhe-me te morrer
Sonhemos Supernova
Sussurre meu bem... Poesia e sincronia...
"Encontre-me em Montauk..."
sábado, 30 de março de 2013
EXÍLIO...
O tempo é uma face n'água... E em seus mares me encontro, refletido e exilado...
11000 dias... Um barco navega, sem quando e sem lugar...
CAVANDO NUVENS...
Você quer me ver fazendo o melhor
Mostro-lhe a face mórbida
Minha face real
Meu melhor estado em notas e papel...
Saltando ao fundo do poço
Você quer me ver fazendo o melhor
Faço o meu melhor
E começo a cavar mais fundo
Profundo
Profundamente...
Esse é o melhor de mim baby...
Retorne a margem e escute o melhor que fui
Cavando tesouros em sombras brilhando intensamente o diamante louco... Eu fiz o meu melhor...
IN SOLITUDE...
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
POESIA...
terça-feira, 8 de maio de 2012
A MOÇA QUE ME ENCANTA...
terça-feira, 5 de outubro de 2010
ELYSIA...
Minha alma passeia... vagando por Elysia... caçando sonhos...
buscando notas para lhe compor...
Minha alma passeia... vagando por Elysia lentamente...
pausadamente ao despertar dos ecos externos...
imóvel, me posto entre eles e ti... Elysia...
Minha alma anseia em um lugar frio, um canto encantar...
e por ti vaguear lentamente ao desvendar suas nuvens... Elysia...
Em ti encontrei vagamente um lugar pra me confortar... me
fazer lembrar... que ainda existo... mas que parto ao chamado dos ecos externos
a me despertar de ti... Elysia...
Mas levo comigo, guardado em mapas celestiais, um cisco que
ainda existo... dissipado em brumas oníricas, hora ou outra minha alma
passeia... vagando por ti... silenciosamente... suas nuvens... Elysia...
...
Daniel Souza Santos
